Esta é minha direção — mulheres no volante profissional do DF: Redes de apoio e qualificação mudam a vida de motoristas e entregadoras
A rotina de Carolina Souza, como a de tantas outras mulheres, é "um corre atrás do outro". Aos 45 anos, ela tem dois empregos e é quem sustenta a família. Moradora de Valparaíso de Goiás, trabalha como motofretista no Distrito Federal e toca a própria confeitaria no Entorno. "Eu era comerciante no Guará, vendia marmitas, mas, com a pandemia, meu negócio quebrou. Foi quando decidi me tornar motogirl de aplicativo. De manhã, era motofretista e, à tarde, entregava lanches", relembra. Há dois anos,...